Hoje, escrevo melancolicamente para ti. Não tenciono fazer como todas as pessoas vulgares fariam nesta situação, sei que não vale a pena. Tenciono sim, fazer-te a ti, uma pequena homenagem, pela pessoa em que te tornas-te, pelo que me ensinas-te, pelo o que me deste a conhecer.
Podes não acreditar, mas há coisas que nunca mudam, e o meu carinho por ti, mesmo depois de tudo continua igual ao carinho que tinha por ti quando te disse o primeiro "amo-te", quando te chamei pela primeira vez "melhor amigo".
Lutarei pela nossa amizade até que me a devolvas, até que me devolvas aquele abraço, aquele porto de abrigo. Preciso de ti.
Hoje é o teu dia.
Ainda sinto o teu cheiro. Parabéns a você.
Foi possivelmente o texto que escreveste que com mais vontade li, Joana.
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