segunda-feira, 2 de maio de 2011



Será que vale a pena? Dar volta e reviravoltas a pensamentos e maneiras de actuar em relações que estão presas por um fio, não sabendo onde vão terminar, e só vendo um fim inevitável. Estar presente num dia a dia tão triste, tentando esquecer e abster, sonhando com o posterior. Guardar as boas lembranças, suster dos maus momentos, segura-los, prende-los e amarra-los, de modo a que não surjam a superfície deste misto tão forte de sentimento. Sentir o peso na alma, querer fazer mais e saber que já tudo foi feito, tentar solucionar um presente imperfeito.

Agora, já só penso, sou um monstro chamado Joana, cheio de atitudes e credibilidades que jamais serão levadas como o correcto de atitudes chamadas de "sem razão"!

3 comentários:

  1. As Joaninhas parecem-se mesmo com monstros não haja dúvida. Deixa de ser tola. O maior cego é aquele que não quer ver.

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  2. Um cego pode não conseguir escrever mas além de saber ler em braille é aquele que vê tudo o que o olhar de muitos não os faz entender, simplesmente não interiorizam e têm enormes dificuldades em distinguir o que faz bem do que faz mal.

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  3. ;)
    Estrelas estrelas...
    Ainda que haja noite no coração, vale a pena sorrir para que haja estrelas na escuridão.;)

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