Nem sabes bem onde pertences, aliás nunca soubes-te. Eu não sei, ainda não descobri o meu lugar verdadeiro e isso por vezes torna-me infeliz. Na verdade não sei de onde vim ao certo nem muito menos para onde vou. Custa-me um bocado pensar no futuro, sinto a ausência de alguém mas também sinto presenças demasiadamente constantes. As incógnitas acabam por se tornarem equações extremamentes difíceis de resolver e eu nem sei por onde lhe pegar.
Estou a tornar-me demasiado monótona e sem sinónimos para expressar palavras e desabafar, já se vai tornando um peso muito grande, o saco que tenho guardado. E agora como é que me livro dele? Seria uma história muito comprida para uma madrugada de 4 de Janeiro.
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